sábado, 26 de novembro de 2016

MINHA PRIMEIRA VEZ NO BANHEIRÃO (CONTO)

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O CONTO A SEGUIR FOI ENVIADO POR UM DOS NOSSOS LEITORES, ESPERO QUE GOSTEM. E FIQUEM A VONTADE PARA MANDAREM SEUS CONTOS TAMBÉM. NOSSO E-MAIL: banheiraoecia@gmail.com


Olá amigão, sou casado discreto e maduro. Sou tarado por um banheirao e o relato q envio é verídico e aconteceu na minha adolescência.                                       
Na época, aos 15 anos ja tinha namoradinha e por duas vzs ja tinha tido relações com garotos (aos 12 e 13 anos),sempre na base DO troca-troca, mas não me importava em comer, gostava mesmo era de dar.                                
Eu tinha acabado de entrar pra escola técnica,pra fazer o segundo grau profissionalizante e pela primeira vez estudava longe de casa, de amigos e dos familiares.   Eu era do tipo tímido e introvertido e com duas semanas de aula, não  tinha feito amizade com nenhum aluno.                                                   
 As aulas iam até  o fim da tarde, e eu pegava o ônibus numa antiga rodoviária a dez minutos do Colégio. A rodoviária estava pra ser desativada, mas funcionava precariamente até  ser construída a nova ali perto. No piso superior funcionava apenas um mictório, q atendia a todos usuários , funcionários e rodoviários . Logo na primeira vez q subi até  lá pra mijar, me excitei ao ver um cara no mijador pegando no pau do outro sem se importar com minha presença . Enquanto mijava vi o cara gozar na mão  do outro, e logo os dois saíram me deixando de pau duro, foi então q ouvi murmúrios e gemidos vindo de dentro do único reservado fechado ( os outros três estavam abertos), não pude acreditar os caras transavam la dentro. Um tesão enorme tomou conta de mim e passei a me masturbar ouvindo os gemidos. Minutos depois a porta se abriu e saiu um negro com uniforme de rodoviário e sem nenhuma cerimônia veio lavar a pica do meu lado na pia. Fiquei de boca aberta com a jeba do cara, enorme e cabeçudo. Nossos olhares de cruzaram rapidamente ele deu um sorrisinho safado e saiu, logo saiu um coroa de cabeça baixa se arrumando do sanitário e nem parou. Ali sozinho gozei e também saí,  Ainda excitado com o q tinha assistido. Pra era tudo novidade.   A partir daquele dia, passei a frequentar o local e com o coração  aos pulos tentava criar coragem pra pegar no pau de alguém, mas tinha vergonha com outros olhando.       Até q um dia entrei, ñ  havia ninguém e fiquei frustrado, foi então que vi um Coroa de pau na mão  dentro de um dos reservados, com a porta entre aberta me fez sinal. Era minha oportunidade, entrei tranquei a porta e sem dizer nada fui logo caindo de boca no pau dele, q estava suado, salgado fedendo a mijo e sebo, minha vontade era tanta q nem me importei. Era meu primeiro boquete e caprichei sem nenhum pudor; ja não  havia timidez.  Enquanto eu chupava, afrouxei a bermuda, JÁ loco pra dar o cu, mas o velho se limitou a meter o dedo e logo acabou gozando na minha boca, agradeceu e saiu. Sem poder me demorar, bati uma e fui pra casa aliviado.            No dia seguinte quando embarquei no ônibus me assustei ao ver q o cobrador era o cara q estava comendo o coroa na semana passada, tentei disfarçar  mas ao passar na roleta ele sorrindo disse: " oi tudo bem? Tá  sumido!.                 Fingi não  entender, mas o safado retrucou: " lá do banheiro ,lembra?  Não tinha como negar, ele tinha visto como eu tinha olhado pra jeba dele. Ficamos ali conversando e assim q chegamos disse: " me espera aqui à  noite, minha última viagem é  19:15 h."                              Ele sabia q eu esperaria por ele, quando chegou eu estava no bar tomando um refri, batemos um papo ele logo subimos, por sorte estava vazio, nos transamos no último reservado, onde ele foi logo desembanhando a jeba e me sentando no vaso encheu minha boca de pica. Por uns dez minutos me realizei mamando naquela trolha, até  q ele fez sinal pra eu levantar. Obedeci ja com a bermuda arriada e me virei apoiando as mãos  no vaso empinando bem a bunda. O safado deu um suspiro, alisou examinando,depois tirou um potinho de vaselina do bolso e untou meu anel, q piscava de tesão. Fazia dois anos desde a última vez q eu tinha dado o cuzinho e o pau do garoto era muito mas pequeno e fino em comparação  àquela jeba.   Quando ele pincelou a chapeleta na portinha eu relaxei e na medida q ele forçava  a entrada eu fazia força  como se fosse cagar, logo a chapeleta entrou queimando rasgando as pregas ainda intactas. Não  pude deixar de soltar um gritinho e gemendo pedi: "aaaaiiii...hummmm...devagar!.         Ouvi risos do lado de fora, mas ñ  me senti constrangido, estava totalmente preenchido . Heitor experiente, havia parado de meter pra q eu me acostumasse com o intruso, depois alisando minha bunda foi socando devagar. A dor logo foi suplantava por um enorme prazer e mexendo a bunda no mesmo ritmo fui engolindo cada centímetro daquela jeba até  o talo. Heitor bombava cada vez mas rapido, murmurando: " hummm. ..delícia de cuzin apertado!". Isso mexe a bundinha...engole tudo!.                      Sem nenhum pudor rebolei na vara, vendo dois pés junto a porta do lado de fora. Pedia: " vai soca tudo...rasga meu cu... Isso , fode!.  Assim , minutos depois senti a porra quente inundando meu cu e pela primeira vez, gozei sem tocar no meu pau, gozei pelo cu, um orgasmo indescritível.                    
 Foi exatamente assim q fui arrombado dentro de um banheiro público .  Foi SÓ  a primeira de muitas outras experiências maravilhosas q ja tive . Bjs


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